Quero iniciar na carreira de orçamentista de obras, o que fazer?

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Atuar como um orçamentista de obras exige conhecimentos multidisciplinares do profissional. Nós da Gryfus vamos te explicar agora aspectos importantes a respeito da iniciação na carreira de orçamento de obras.

Antes de tudo, é ideal que se escolha o curso adequado para evitar decepções ou não conseguir tirar o melhor proveito do aprendizado, ou seja, avaliar esse é realmente essa a área de interesse. Então é importante analisar o que se sabe a respeito de orçamento de obras.

Nível básico ou avançado?

Com isso em mente, se você tiver conhecimentos básicos, não são aconselhados cursos de aprimoramentos muito específicos para evitar a falta de aproveitamento de todo o conteúdo. O contrário também pode ser verdadeiro, em caso de conhecimentos avançados, evite cursos muito básicos. Ou seja, reconhecer e compreender em que nível se está para encontrar o nível de curso correto.

Outro ponto importante é encontrar um curso que se encaixe na realidade financeira e na disponibilidade de mobilidade e horário, encontrando assim o mais adequado, um curso diurno, um curso noturno, curso com aulas aos fins de semana, curso com uma aula por mês ou até mesmo um curso com aulas online.

Por ser uma área que exige conhecimentos multidisciplinares, é ideal possuir conhecimentos em áreas como:

• leitura e interpretação de projetos de engenharia;
• legislações de construção civil;
• conhecimentos de informáticas para utilizar as ferramentas de auxílio de tabelas e softwares disponíveis;
• conhecimentos diversos de áreas da engenharia e o conhecimento do dia a dia de uma obra e como são executados os serviços.

Um outro aspecto é considerar a parte prática, pois apenas a teoria não é o bastante, portanto é ideal, além do curso de orçamento de obras, aprender sobre sistemas BIM, como o Volare Sisplo BIM, e conseguir um emprego na área. Com isso, é possível unir os conhecimentos teóricos com os práticos, assim adquirindo experiência cotidiana e de profissionais experientes da área, pois poderão mostrar detalhes que apenas a prática pode proporcionar.

Continuar sempre se capacitando também é primordial independentemente do nível, se atentar nas mudanças de legislação brasileira, novas técnicas construtivas, materiais novos, softwares e ferramentas, etc.

Para maiores informações, nós da Gryfus temos uma página de contato para você tirar mais dúvidas sobre a carreira de orçamentista de obras.

Categorias: Carreira

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Orçamento de obras: Os 10 maiores erros que você não pode cometer

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Em um orçamento, a aproximação da realidade de custo da obra e o distanciamento das surpresas em quantitativos de materiais, preços de serviços e custos indiretos, são os fatores que o tornam um ótimo orçamento.

Cometer um erro na elaboração de um orçamento impacta diretamente no financeiro de qualquer projeto, e a percepção disso acontece a longo prazo durante a execução da obra. Por isso, para evitar os erros, nós da Gryfus trazemos os 10 maiores erros que você não pode cometer.

1) Quantitativo dos serviços

É importante avaliar a dimensão do que será feito, conhecer todos os recursos necessários, sendo humanos e materiais, evitando gastos excessivos com insumos e gastos exagerados com mão de obra.

2) Despesas indiretas

Gastos não relacionados exclusivamente com a obra são custos indiretos e não devem ser esquecidos, como os impostos, que são um percentual do faturamento. Outros exemplos são a administração central, custo financeiro, seguros, garantias e margem de incerteza.

3) Índices desatualizados dos serviços

É importante manter o cadastro de serviços atualizados constantemente com os últimos índices de consumo dos itens por unidade de serviço a ser executado.

4) Composições de custo unitário

É importante saber analisar a composição de custo, pois erros nesses valores podem gerar um orçamento que está fora da realidade do projeto.

5) Cálculo do BDI

Bonificação e Despesas Indiretas (BDI) é uma fórmula para adquirir o seu lucro mais as despesas indiretas. Errar a BDI resulta no erro do orçamento por inteiro.

6) Custo indireto como percentual

A variação dos custos indiretos é tanta que utilizar como percentual é um perigo.

7) Curva ABC

A conferência de dados disponibilizados pela chamada Curva ABC pode resultar em avaliações consideráveis, por isso, não realizar a Curva ABC não é aconselhável.

8) Convenção coletiva de trabalho

Evidentemente que é preciso considerar e consultar sempre a legislação vigente com relação à regulamentação da mão de obra da construção civil, evitando assim surpresas indesejadas na realização de um projeto orçado.

9) Visita de campo

Tanto a falta da visita quanto a visita ser feita de uma maneira inadequada são erros básicos. Maneira inadequada, por exemplo, a visita ser realizada por um profissional e o orçamento por outro, sem ao menos um formulário detalhado, preferencialmente com levantamento fotográfico.

10) Métodos e técnicas de construção

As técnicas e métodos de construção que serão utilizados para a execução da obra, além de logística dos materiais, equipamentos e das pessoas devem estar bem claros no orçamento, os detalhes são importantes e podem impactar no resultado final. Esses erros podem ocorrer quando não se possui conhecimentos adequados das técnicas construtivas.

Esses são os 10 maiores erros que podem ser sanados com controle, e esse controle pode ser exercido com o software Volare Sisplo BIM, o programa mais completo ao que se refere a todo o ciclo de vida do projeto. Realizamos treinamento para você saber tudo sobre, para isso, acesse nossa página de contato para saber mais sobre.

Categorias: Planejamento

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Interoperabilidade entre softwares BIM

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Você já ouviu falar que compatibilização de projetos é conciliar, harmonizar as diferentes áreas que envolvem um mesmo projeto? É bem sabido que uma obra envolve diferentes áreas de forma simultânea e que apresentam a necessidade de se harmonizarem para o objetivo da conclusão da obra.

O sistema BIM, que é o sistema, por exemplo, do programa Revit da Autodesk, foi criado com o pensamento de Compatibilização de Projetos, visando sempre a harmonização de todos as diferentes perspectivas que envolvem um projeto.

Assim como não foi imediata a mudança da clássica elaboração de projetos através de papel e da tradicional prancheta para o já bastante conhecido sistema CAD (com seu maior representante, o programa AutoCAD), a mudança para o sistema BIM também está sendo bem gradual.

BIM como inovação no segmento da construção civil

BIM significa Building Information Model que seria traduzido para “Modelo de Informação da Construção”, no qual possui diversas compatibilidades de importação e exportação, ou seja, interagindo e operando entre diferentes softwares, além disso, os plug-ins realizam funções de interoperabilidade diretamente no BIM.

Compatibilidade entre Sisplo e Revit

E falando no conceito de compatibilizar e harmonizar, usuários do Revit e usuários do software de orçamento de obras Sisplo podem contar com um incrível programa para auxiliar na união de seus projeto, o Volare Sisplo BIM.

Esse novo programa do sistema BIM possui diversas funções de vincular os serviços Revit aos serviços Sisplo como gerar o orçamento do projeto Revit diretamente dentro do Sisplo, assim quantificando os serviços, produzindo também composições de preço, cronograma, curva ABC, etc.

O Volare Sisplo BIM também possui inteligência artificial autodidata, ou seja, aprende conforme o uso, gerando assim uma base de dados com a memória de cálculo do levantamento, registrando a quantidade de cada serviço por ambiente físico no projeto.

Na fase de planejamento para execução de obra, o programa é capaz de gerar uma planilha com todos os serviços e quantificados por ambiente físico do projeto. Na fase de execução, é possível importar dados de medição da execução da obra e atribuir uma cor para cada uma delas. Por fim, é possível fazer toda a modelagem 3D de como vai ficar o produto final, o prédio.

Com essas informações, esperamos que você tenha terminado esse texto com vontade de saber mais, para isso, basta acessar nossa página de contato, nós da Gryfus vamos tirar todas as suas dúvidas sobre o software Volare Sisplo BIM e os demais programas do sistema BIM.

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Inovações e tendências do segmento da construção civil

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Para você, profissional de engenharia civil, se manter constantemente atualizado para as novidades que surgem é essencial, e conforme vai passando o tempo, ocorrem inovações que trazem melhora na performance do profissional do setor. Essas melhoras permitem que o processo de construção de uma edificação seja mais rápido e com menos falhas. Com isso, vamos trazer aqui 5 inovações e tendências que, se já não estão no mercado, vão entrar em breve.

Drones para auxiliar na obra

Já no mercado há tempos, mas ainda pouco explorado pelo setor da construção civil, os drones são bastante usados para filmagens em altitude. Sendo um tipo de transporte bastante leve, algumas câmeras, como as GoPro, por serem bem leves, são compatíveis.

A tendência é o uso cada vez mais frequente, visto sua funcionalidade para medição de temperatura, verificação de terrenos com objetivo de constatar possíveis deficiências no solo. Outra função bem interessante é acesso a lugares mais inacessíveis, como penhascos, permitindo assim observar a obra como de forma plena.

Impressão 3D para apresentação

A impressora 3D está se tornando cada vez mais útil, e mais barata. Ela serve para facilitar o processo de criação de formas, que antes só eram acessíveis pelas fábricas. Com a impressão tridimensional, é possível fabricar desde pequenos objetos simples até os mais complexos, e para isso que ela começa a ser usada também no ramo da construção civil.

Sua principal função é a criação de maquetes para apresentação em feiras, exposições, empresas ou demais clientes específicos. Sua outra função é na criação de estruturas com materiais recicláveis, servindo para situações onde a demanda por sustentabilidade é exigida.

Internet das Coisas para facilitar processos

Termo bastante usado na área da Tecnologia da Informação, a Internet of Things, que na tradução fica Internet das Coisas, é o próximo passo para a inovação, sendo tendência para os próximos anos. Em resumo, é a internet aplicada em toda a casa, desde a geladeira até a máquina de lavar.

Na engenharia civil, ela pode ser usada para rastrear equipamentos e funcionários, coleta e acompanhamento de dados em tempo real, além de auxiliar na condução de drones, como falamos antes.

Concreto auto regenerativo

Concreto parece o tipo de material que não há qualquer inovação, mas esse pensamento é ultrapassado. Partindo para a sustentabilidade, o concreto pode ser menos danoso para a natureza e, ao mesmo tempo, diminuir os custos do projeto a longo prazo.

A auto regeneração parece bem futurista, mas com os esforços em bio tecnologia, permite que seja aplicada no concreto que, mesmo havendo desgaste como rachaduras, as próprias bactérias e demais materiais orgânicos presentes na sua composição, permitem uma ação reparadora por até 200 anos.

BIM para melhora de todo o ciclo de vida do projeto

Muitos profissionais da construção civil não conhecem o BIM, mas ele é essencial para melhora da performance de todo o ciclo de vida do projeto de um prédio. Com a sigla que significa Building Information Model, que traduzindo fica Modelo da Informação da Construção, ele é importante desde a concepção, até na modelagem do projeto, substituindo facilmente programas da área, como o AutoCad.

O BIM é um sistema, e existem vários softwares que são BIM, o mais conhecido é o Solaris Sisplo BIM, pois há personalização da orçamentação dos materiais, além do fato de haver o treinamento presencial ou online. Com o BIM, você, profissional de Engenharia Civil, consegue fazer a concepção, orçamento de materiais, modelagem 3D do projeto e acompanhamento, isso com bastante facilidade, exatidão e detalhes, o que com certeza melhora na performance.

Com isso, esperamos que você esteja preparado para todas essas inovações e tendências que só chegam para te facilitar na hora de elaborar e construir. Caso você tenha qualquer dúvida, ou queira mais informações dessas tecnologias, é só entrar em contato com a equipe da Gryfus pela nossa página de contato.

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Engenharia civil ou arquitetura: Qual carreira seguir?

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Essa é uma dúvida muito comum entre vestibulandos que desejam trabalhar com construção civil, área de atuação de ambos os profissionais. Quem não é da área costuma ter dificuldade em diferenciar Arquitetura e Engenharia Civil.  Há até quem pensa que as duas profissões são “quase a mesma coisa”, já que arquitetos e engenheiros civis compartilham de disciplinas em comum.

O senso comum, ou seja, a maioria dos leigos que já pensaram no assunto, costumam dizer que o arquiteto está no meio do caminho entre o design de interiores e o engenheiro civil. A verdade é que Arquitetura e Engenharia Civil são profissões complementares, porém diferentes.

Qual é a diferença entre Engenharia Civil e Arquitetura?

Engenharia civil é o ramo da Engenharia que se dedica à elaboração, construção e manutenção de ambientes físicos e de toda a infraestrutura produzida para o desenvolvimento e o bem-estar da sociedade civil.

Arquitetura é a técnica de organizar e projetar espaços e edificações para criar ambientes para as diversas atividades humanas, sejam elas funcionais ou de lazer. É um processo que alia a técnica com a criação artística com o objetivo de criar e transformar espaços belos e funcionais.

De forma bastante simplificada pode-se dizer que, no ramo da Construção Civil: o arquiteto é o profissional responsável pela projeção e restauração de uma obra. É ele quem planeja a forma de utilização do espaço disponibilizado, elaborando a planta da obra, sempre levando em conta a funcionalidade e a estética do projeto arquitetônico. O engenheiro civil é o responsável pela execução da obra, é ele quem calcula, dimensiona e distribui os materiais a serem usados na obra, ou seja, toda a infraestrutura da edificação.

Qual carreira você deve escolher?

Para escolher bem qual das duas carreiras seguir, é fundamental conhecer as especificações de cada graduação e avaliar as habilidades pré-existentes bem como as que podem ser desenvolvidas. Ainda que os cursos de Engenharia Civil e de Arquitetura tenha muitas disciplinas correlatas, são graduações bastante diferentes.

• Engenharia Civil

O curso de Engenharia Civil é muito denso em disciplinas que envolvem cálculos e raciocínio matemático. Considerada essencialmente técnica, a graduação em Engenharia Civil exige muito conhecimento teórico da área de exatas e não explora habilidades e saberes relacionados à arte, estética e criação. É a carreira ideal para quem é organizado, sistemático, detalhista, tem facilidade com números e gosta de inovações tecnológicas.

• Arquitetura

Por outro lado, apesar de ter muito conteúdo da área de exatas, o curso de Arquitetura costuma ser classificado como de ciências humanas, posto que grande parte de seu currículo é formado por disciplinas históricas, artísticas e antropológicas. Criatividade, sensibilidade estética e saber desenhar são habilidades fundamentais para a formação de um arquiteto. É o curso ideal para quem gosta de matemática, história, desenho e tem o desejo de juntar esses diversos saberes para a prática de um trabalho que exige disciplina, talento e criatividade.

A escolha da carreira a seguir é uma questão individual e a graduação é, muitas vezes, apenas o primeiro passo nessa jornada. Conhecer o conteúdo programático de cada um dos cursos e as atribuições básicas desses profissionais nem sempre é o suficiente. Por isso é cada vez mais comum a formação complementar e atualização constante, para isso que existe o nosso curso de BIM para o software Volare Sisplo BIM, qualquer dúvida sobre carreira e o curso, você pode entrar em contato com a equipe da Gryfus agora.

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BIM na Engenharia de Custos – Orçamento e Planejamento

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Quando um engenheiro ou empresa especializada em construção de prédios resolve realizar um projeto, é indispensável que todas as informações geradas no decorrer dos trabalhos estejam em um só lugar. É por isso que existe o sistema BIM, que é a sigla para Building Information Model, que na tradução fica Modelo da Informação da Construção.

O que é BIM?

O BIM é responsável por gerar e armazenar todo um conjunto de informações referentes ao ciclo de vida de um projeto de edificação. Essas informações incluem: orçamento de obras; modelagem da estrutura; tempo do projeto; concepção e operação. Ou seja, o BIM é essencial para o trabalho do profissional de engenharia, pois com os dados colocados, o software traz, com precisão, informações precisas e detalhadas para o orçamentista, técnico em edificação, engenheiro civil, arquiteto, bem como todos os envolvidos no projeto.

“Com a tecnologia BIM é possível criar digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção.”

Chuck Eastman – criador do sistema BIM

Planejamento de obras

A concepção do projeto necessita atualmente do sistema BIM que, sendo um software de planejamento, orçamentação e criação do edifício, facilita no processo. No caso do planejamento, ele é preciso e essencial ao engenheiro civil, pois diminui os erros e aumenta a velocidade de execução.

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Orçamentação de obras

Dentro do BIM, é possível verificar o preço de todo o projeto, inclusive de questões mais específicas. Desde o menor parafuso, passando pela construção de paredes, até a estrutura completa do edifício, há o custo médio do material no mercado, o que auxilia o profissional na tomada de decisão.

E esse é um dos diferenciais do BIM, ele é completo de ponta a ponta, substituindo o AutoCad e com uma boa sinergia perante o Excel para a construção de informações, principalmente relacionadas ao orçamento.

Com isso, o sistema BIM é o futuro que chegou para facilitar todos os processos. Mas ainda há uma facilidade maior com o sistema Sisplo BIM.

Qual é o sistema que utilizamos?

Criamos recentemente o sistema Sisplo BIM que, além de todas as funções de um software BIM convencional, permite que seja feita a orçamentação de tudo com personalização. Isso significa que, além de um custo padrão do material, por exemplo, há ainda um custo diferente por região de onde a empresa atua, assim permitindo uma exatidão maior no prognóstico de todo o projeto.

Com todas essas informações, ter o programa de planejamento, orçamento, criação e execução de obras na mão de você, engenheiro, é sem dúvida, a melhor escolha fará.

Continue acompanhando o nosso blog, pois nós da Gryfus só estamos começando, e muita informação de qualidade está sendo desenvolvida e compilada para tirar todas as suas dúvidas. E não se esqueça de entrar em contato conosco pela nossa página de contato para tirar suas dúvidas de forma mais rápida.

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Decreto nº 9.377, de 17 de maio de 2018, você está preparado?

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Para um engenheiro civil, assim como em qualquer outra profissão, é necessário verificar, mesmo que seja periodicamente, as leis relacionadas a sua área de atuação. Quando estamos falando de inovação na área de engenharia e arquitetura, existem regras que acabam entrando na legislação brasileira com o objetivo de padronizar o mercado, priorizando a qualidade. É para isso que, em 17 de maio de 2018, criaram o decreto Nº9.377. Para saber mais, apenas acompanhe, pois certamente vai mudar o mercado nacional, e tem relação com o BIM.

O que é o BIM?

Refrescando a sua memória, o BIM é um tipo de programa que é essencial para o engenheiro civil. Com ele, é possível criar e acompanhar todas as etapas de um projeto de construção predial, desde a concepção, orçamento da obra, até a modelagem propriamente dita do projeto.

Etapas do projeto

Essa lei especificamente trata do uso do BIM nas obras públicas, que é um projeto dividido em 3 partes, até a implementação total.

• 2021

A exigência do uso do BIM se dará no que se refere a modelagem da estrutura, hidráulica, AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado), parte elétrica com o objetivo de detectar interferências, além da extração de dados quantitativos e documentação.

• 2024

Haverá uma extensão nas etapas da obra, que envolvem planejamento, orçamento, e atualização de modelos.

• 2028

Nessa fase final, toda obra pública terá, em todo o ciclo de vida do projeto, o uso do BIM. Esse é o ponto que as obras novas, de média e grande relevância, usarão o sistema, incluindo o gerenciamento e manutenção da construção.

Expectativas para implementação do BIM

Junto ao decreto, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o chamado MDIC, publicou o documento Construção Inteligente. Nesse documento, são colocados os objetivos, ações, responsabilidades, bem como metas e compromissos para a disseminação dessa novidade do ramo da construção civil.

A meta do ministério é de que, até 2024, cerca de 50% de todo o PIB do mercado da construção civil esteja usando o sistema, o que equivale a 10 vezes mais do que é usado atualmente. Hoje em dia, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apenas 9,2% das empresas do setor têm o BIM como o norte de seus projetos.

A tendência é que, em 10 anos, todas as obras públicas utilizem o BIM nos seus processos. Com isso, fomentará o uso do sistema nas obras privadas, incluindo o Volare Sisplo BIM, criado pela Gryfus que possui a vantagem de personalização nos custos do projeto.

Para saber mais, continue acompanhando a gente e, caso você precise de mais informações do Volare Sisplo BIM, bem como sistemas BIM no geral, entre em contato conosco.

Categorias: Legislação

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